Savannah

Quem é Savannah?

De olhar profundo, mesclando firmeza e sabedoria com serenidade e doçura, Savannah foi o nome adotado pela entidade que viveu no oeste norte-americano do século XVII, na comunidade indígena hopi, nos desertos do estado do Arizona. Assim como outras etnias daquela região, os hopis eram conhecidos como peles-vermelhas. Savannah era um xamã. Com a morte do líder de sua comunidade, aos 40 anos de idade ele assumiu essa função, num momento em que os espanhóis invadiam a região e promoviam um clima muito tenso, bem como havia disputas territoriais com outros indígenas, principalmente com os navajos, guerreiros que os forçaram a se deslocarem para a região das chapadas onde se fixaram em três comunidades a fim de se protegerem das invasões inimigas. Uma quarta comunidade hopi se instalou em cavernas, deixando ali registrados valiosos relatos sobre o Apocalipse em inscrições rupestres que podem ser apreciadas ainda hoje.

Os hopis sempre foram pacíficos, ligados a práticas xamânicas e a tratamentos físico-espirituais. Plantavam no deserto, sem água nem adubo, e obtinham pleno êxito. O codnome “Mago do Deserto” é originário da época em que Savannah aplicava seus profundos conhecimentos sobre manipulação de energias da natureza voltadas para a cura, através de cristais, gemas, plantas, e mobilizava as forças da natureza no apoio ao plantio em desertos e áreas estéreis. Afirmava que o deserto favorece o encontro do ser consigo mesmo, por tratar-se de uma imensidão silenciosa que cria o desafio de se descobrir o inaudível e o invisível, numa natureza repleta de dádivas pouco visíveis aos olhos e corações humanos mais endurecidos. “Quando se conhece um lugar por meio de suas profundezas etéricas, mantendo-se uma boa sintonia com os devas, conquistas inenarráveis podem ser obtidas. Todavia, é indispensável silenciar a mente, pacificar o coração e cultivar o amor por todos os seres e coisas que nos rodeiam”, afirmava ele.

Os hopis preservam até hoje a prática das danças sagradas. Sabe-se ainda que eles mantiveram contato com seres de outros planetas, pelas várias inscrições rupestres que deixaram, há cerca de 1.100 anos, onde existem enredos que abordam três eras pelas quais a humanidade já passou. Todas essas eras sofreram rupturas entre o fim de uma e o início da outra, sempre ocasionadas por cataclismos e impactos em âmbito mundial. Dizem as previsões que não será diferente quando a Terra sair da atual terceira era para a quarta, a qual, segundo os atuais remanescentes dessa comunidade étnica, está próxima.

Antes dessa encarnação na América, Savannah viveu no sul da França como padre franciscano, no final do século XIV e início do século XV. Antes dessa vida, teve uma encarnação como contemporâneo e seguidor de Francisco de Assis, na Itália. Anteriormente, viveu como membro da comunidade ramatisiana na Indochina (nos anos 900 d.C.), ajudando seu mestre a construir o templo espiritualista à época. Esteve com Ramatís também na velha Grécia, quando este encarnou como Pitágoras (entre 570 e 490 a.C.), sendo também um dos discípulos daquele sábio grego.

Muito ligado às artes, em especial à música terapêutica, esta entidade tem trabalhado em grande sintonia com irmãos de outros orbes, atuando em apoio a falanges de socorro no plano astral e em vários trabalhos de grupos espíritas, umbandistas e espiritualistas, especialmente no Brasil, nestes tempos de transição planetária, apresentando-se por meio de várias “roupagens” espirituais.

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