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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Editora do Conhecimento</provider_name><provider_url>https://edconhecimento.com.br/es</provider_url><author_name>Sergio Carvalho</author_name><author_url>https://edconhecimento.com.br/es/author/sergio/</author_url><title>H&#xE9;lio Doganelli Filho - Editora do Conhecimento</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="QxOtgeFCdU"&gt;&lt;a href="https://edconhecimento.com.br/es/autores/helio-doganelli-filho/"&gt;H&#xE9;lio Doganelli Filho&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://edconhecimento.com.br/es/autores/helio-doganelli-filho/embed/#?secret=QxOtgeFCdU" width="600" height="338" title="&#x201C;H&#xE9;lio Doganelli Filho&#x201D; &#x2014; Editora do Conhecimento" data-secret="QxOtgeFCdU" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script&gt;
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&lt;/script&gt;</html><description>H&#xE9;lio Doganelli Filho, filho de H&#xE9;lio Doganelli e L&#xEA;da Teixeira Doganelli, nasceu no bairro do Mandaqui na maternidade de mesmo nome, na cidade de S&#xE3;o Paulo, em 3 de setembro de 1970, &#xE0;s 19 horas. Foi a s&#xE9;tima e &#xFA;ltima crian&#xE7;a a vir ao mundo nesse dia na maternidade e, entre os sete nascidos, o &#xFA;nico do sexo masculino, narra sua m&#xE3;e. Dona L&#xEA;da conta, ainda, que o parto normal a que foi submetida teve complica&#xE7;&#xF5;es e que a m&#xE9;dica que a assistia lhe pediu que rezasse para Nossa Senhora do Bom Parto, enquanto aplicava fortes massagens em sua barriga. Assim que deu &#xE0; luz, ela n&#xE3;o p&#xF4;de ver o filho, pois os m&#xE9;dicos sa&#xED;ram &#xE0;s pressas da sala de parto com o beb&#xEA;, que n&#xE3;o conseguia respirar &#x2014; nem mesmo chorou ao nascer. Depois de algumas horas, quando uma enfermeira trouxe o rec&#xE9;m-nascido para dona L&#xEA;da conhecer, foi espantoso. Assim que ela adentrou o quarto, as luzes da maternidade se apagaram, n&#xE3;o podendo a m&#xE3;e ver a crian&#xE7;a. Com outros acontecimentos que sucederam, dona L&#xEA;da p&#xF4;de conhecer seu rec&#xE9;m-nascido filho H&#xE9;lio somente no terceiro dia ap&#xF3;s o parto. Embora seu marido n&#xE3;o aceitasse as religi&#xF5;es de cunho espiritual, dona L&#xEA;da, sempre &#xE0;s escondidas, frequentava as sess&#xF5;es em terreiros de umbanda ou candombl&#xE9; com o filho Helinho e sua irm&#xE3;, buscando equil&#xED;brio espiritual e paz para seu lar, tendo em vista a infinidade de fen&#xF4;menos espirituais que aconteciam em torno de sua fam&#xED;lia desde que H&#xE9;lio era crian&#xE7;a, e continuavam acontecendo constantemente em qualquer casa em que fixassem resid&#xEA;ncia. Aos sete anos de idade de H&#xE9;lio, sua m&#xE3;e frequentava, ainda &#xE0;s escondidas do esposo, um barrac&#xE3;o de candombl&#xE9; de M&#xE3;e Dirce d&#x2019;Ians&#xE3; no bairro da &#xC1;gua Fria em S&#xE3;o Paulo. Foi nesse barrac&#xE3;o, pelo jogo de b&#xFA;zios para dona L&#xEA;da, que foi anunciado que H&#xE9;lio seria um sacerdote da religi&#xE3;o de umbanda e que, quando adulto, conduziria um terreiro. Os diversos fen&#xF4;menos espirituais nunca cessaram de acontecer na fam&#xED;lia. Mesmo com a curiosidade religiosa, Helinho, como era chamado pela fam&#xED;lia, procurava conhecer, sem se envolver, diversas religi&#xF5;es e seitas que lhe fosse permitido. Aos 12 anos, come&#xE7;aram a lhe aflorar alguns dons medi&#xFA;nicos que muito o perturbavam, mas a fam&#xED;lia prosseguia sua vida, por vezes frequentando algum terreiro de umbanda para tomar passes, ainda &#xE0;s escondidas do pai de Helinho. H&#xE9;lio come&#xE7;ou a sua vida profissional como cont&#xED;nuo no Banco Nacional aos 15 anos. Aos 16 anos, na casa de uma amiga, teve os primeiros contatos com uma entidade chamada Baiano Severino e foi nessa casa que, atrav&#xE9;s da vis&#xE3;o espiritual que aflorava, presenciou alguns fen&#xF4;menos espirituais. Helinho, embora procurasse conhecer as religi&#xF5;es, n&#xE3;o queria se envolver com nenhuma, e tentava fugir da ideia de que um dia seria sacerdote umbandista. Por&#xE9;m, quanto mais tentava se desviar desse caminho, mais amigos ou acontecimentos o levavam a conhecer centros esp&#xED;ritas e terreiros de umbanda. E foi atrav&#xE9;s de um grande amigo que H&#xE9;lio come&#xE7;ou a frequentar as sess&#xF5;es de umbanda no Terreiro do Preto Velho Pai Tom&#xE9; de Souza, no bairro da Mooca em S&#xE3;o Paulo. Nesse terreiro de umbanda, a mediunidade de Helinho aflorou ainda mais, embora frequentasse somente como assistido. Ao ser convidado para participar do desenvolvimento, resolveu n&#xE3;o mais ir ao terreiro. Em 1987, Helinho conheceu o Terreiro de Umbanda Caboclo Juremeira, dirigido por M&#xE3;e Luiza d&#x2019;Oxum. Em consulta com Baiano Z&#xE9; do Junco, ele foi girado na puxada da entidade e, a partir de ent&#xE3;o, come&#xE7;ou seu desenvolvimento na umbanda, nesse terreiro onde foi batizado e fez v&#xE1;rias obriga&#xE7;&#xF5;es dentro da doutrina. Ele levou com ele sua irm&#xE3; e sua m&#xE3;e, e elas tamb&#xE9;m come&#xE7;aram ali seus desenvolvimentos. Entretanto, devido a diversos fatores, ele veio a se desvincular do terreiro onde havia desenvolvido a mediunidade. Passados alguns anos, ele veio a conhecer o Terreiro de Pai Ant&#xF4;nio, no bairro da &#xC1;gua Rasa, em S&#xE3;o Paulo. Nesse terreiro, nasceu uma grande amizade, preservada at&#xE9; hoje, com um dos dirigentes, Luiz Roberto. Por&#xE9;m, o terreiro de Pai Ant&#xF4;nio passava por transforma&#xE7;&#xF5;es que o fariam encerrar as atividades algum tempo depois. Ap&#xF3;s esse momento, H&#xE9;lio decidiu n&#xE3;o mais frequentar terreiros e, por interm&#xE9;dio e insist&#xEA;ncia de sua irm&#xE3;, acabou indo conhecer a Federa&#xE7;&#xE3;o Esp&#xED;rita do Estado de S&#xE3;o Paulo (FEESP). Por mais de 12 anos, H&#xE9;lio frequentou a FEESP, estudando a doutrina dos esp&#xED;ritos por Allan Kardec. Em meio a esse per&#xED;odo de 12 anos, mais precisamente no ano de 1995, Helinho, juntamente com sua m&#xE3;e e o irm&#xE3;o dela, seu tio S&#xE9;rgio Teixeira, prosseguiu com os estudos voltados para a religi&#xE3;o de umbanda, abrindo trabalhos para o preto velho Pai Jo&#xE3;o de Angola e atendendo a outros familiares, amigos e a quem por interm&#xE9;dio destes os procurassem. Devido &#xE0; expans&#xE3;o da internet, Helinho conquistou novas amizades com dirigentes umbandistas. Atrav&#xE9;s de programas de comunica&#xE7;&#xE3;o, conheceu Manoel Lopes, do N&#xFA;cleo Mata Verde, entre outros pais e m&#xE3;es com os quais at&#xE9; hoje mant&#xE9;m amizade. Manoel fundou na internet a Rede Brasileira de Umbanda (RBU), uma rede social voltada aos umbandistas do planeta e, desde a funda&#xE7;&#xE3;o da rede, Helinho foi um dos moderadores. Em 2004, conheceu o sacerdote de umbanda e mestre de magia Rubens Saraceni e, atrav&#xE9;s dele, a magia divina trazida por seus mentores. Nessa &#xE9;poca, passando por diversas dificuldades profissionais e financeiras, a confian&#xE7;a e f&#xE9; em Pai Oxal&#xE1;, Preto Velho Pai Jo&#xE3;o de Angola e em todos os orix&#xE1;s, guias e mentores espirituais fez com que H&#xE9;lio fortalecesse o pequeno grupo de reuni&#xF5;es umbandistas e, a pedido de Pai Jo&#xE3;o de Angola, no ano de 2005 abriu as portas do Centro de Estudos Religiosos e Espirituais Jo&#xE3;o de Angola (CEREJA) a qualquer pessoa que os procurasse. Pai Helinho participou de ideais que formaram movimentos pol&#xED;ticos em nome da umbanda, mas, em determinado momento, desvinculou-se de tais grupos por determina&#xE7;&#xE3;o de seu mentor espiritual. Ele escreve o Boletim Universo da Arte, voltado ao terreiro que dirige, mas que d&#xE1; espa&#xE7;o para divulga&#xE7;&#xE3;o de outros terreiros de</description></oembed>
