{"version":"1.0","provider_name":"Editora do Conhecimento","provider_url":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/es","author_name":"Sergio Carvalho","author_url":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/es\/author\/sergio\/","title":"H\u00e9lio Doganelli Filho - Editora do Conhecimento","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"GTBklcu40k\"><a href=\"https:\/\/edconhecimento.com.br\/es\/autores\/helio-doganelli-filho\/\">H\u00e9lio Doganelli Filho<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/edconhecimento.com.br\/es\/autores\/helio-doganelli-filho\/embed\/#?secret=GTBklcu40k\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;H\u00e9lio Doganelli Filho&#8221; &#8212; Editora do Conhecimento\" data-secret=\"GTBklcu40k\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/edconhecimento.com.br\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>","description":"H\u00e9lio Doganelli Filho, filho de H\u00e9lio Doganelli e L\u00eada Teixeira Doganelli, nasceu no bairro do Mandaqui na maternidade de mesmo nome, na cidade de S\u00e3o Paulo, em 3 de setembro de 1970, \u00e0s 19 horas. Foi a s\u00e9tima e \u00faltima crian\u00e7a a vir ao mundo nesse dia na maternidade e, entre os sete nascidos, o \u00fanico do sexo masculino, narra sua m\u00e3e. Dona L\u00eada conta, ainda, que o parto normal a que foi submetida teve complica\u00e7\u00f5es e que a m\u00e9dica que a assistia lhe pediu que rezasse para Nossa Senhora do Bom Parto, enquanto aplicava fortes massagens em sua barriga. Assim que deu \u00e0 luz, ela n\u00e3o p\u00f4de ver o filho, pois os m\u00e9dicos sa\u00edram \u00e0s pressas da sala de parto com o beb\u00ea, que n\u00e3o conseguia respirar \u2014 nem mesmo chorou ao nascer. Depois de algumas horas, quando uma enfermeira trouxe o rec\u00e9m-nascido para dona L\u00eada conhecer, foi espantoso. Assim que ela adentrou o quarto, as luzes da maternidade se apagaram, n\u00e3o podendo a m\u00e3e ver a crian\u00e7a. Com outros acontecimentos que sucederam, dona L\u00eada p\u00f4de conhecer seu rec\u00e9m-nascido filho H\u00e9lio somente no terceiro dia ap\u00f3s o parto. Embora seu marido n\u00e3o aceitasse as religi\u00f5es de cunho espiritual, dona L\u00eada, sempre \u00e0s escondidas, frequentava as sess\u00f5es em terreiros de umbanda ou candombl\u00e9 com o filho Helinho e sua irm\u00e3, buscando equil\u00edbrio espiritual e paz para seu lar, tendo em vista a infinidade de fen\u00f4menos espirituais que aconteciam em torno de sua fam\u00edlia desde que H\u00e9lio era crian\u00e7a, e continuavam acontecendo constantemente em qualquer casa em que fixassem resid\u00eancia. Aos sete anos de idade de H\u00e9lio, sua m\u00e3e frequentava, ainda \u00e0s escondidas do esposo, um barrac\u00e3o de candombl\u00e9 de M\u00e3e Dirce d\u2019Ians\u00e3 no bairro da \u00c1gua Fria em S\u00e3o Paulo. Foi nesse barrac\u00e3o, pelo jogo de b\u00fazios para dona L\u00eada, que foi anunciado que H\u00e9lio seria um sacerdote da religi\u00e3o de umbanda e que, quando adulto, conduziria um terreiro. Os diversos fen\u00f4menos espirituais nunca cessaram de acontecer na fam\u00edlia. Mesmo com a curiosidade religiosa, Helinho, como era chamado pela fam\u00edlia, procurava conhecer, sem se envolver, diversas religi\u00f5es e seitas que lhe fosse permitido. Aos 12 anos, come\u00e7aram a lhe aflorar alguns dons medi\u00fanicos que muito o perturbavam, mas a fam\u00edlia prosseguia sua vida, por vezes frequentando algum terreiro de umbanda para tomar passes, ainda \u00e0s escondidas do pai de Helinho. H\u00e9lio come\u00e7ou a sua vida profissional como cont\u00ednuo no Banco Nacional aos 15 anos. Aos 16 anos, na casa de uma amiga, teve os primeiros contatos com uma entidade chamada Baiano Severino e foi nessa casa que, atrav\u00e9s da vis\u00e3o espiritual que aflorava, presenciou alguns fen\u00f4menos espirituais. Helinho, embora procurasse conhecer as religi\u00f5es, n\u00e3o queria se envolver com nenhuma, e tentava fugir da ideia de que um dia seria sacerdote umbandista. Por\u00e9m, quanto mais tentava se desviar desse caminho, mais amigos ou acontecimentos o levavam a conhecer centros esp\u00edritas e terreiros de umbanda. E foi atrav\u00e9s de um grande amigo que H\u00e9lio come\u00e7ou a frequentar as sess\u00f5es de umbanda no Terreiro do Preto Velho Pai Tom\u00e9 de Souza, no bairro da Mooca em S\u00e3o Paulo. Nesse terreiro de umbanda, a mediunidade de Helinho aflorou ainda mais, embora frequentasse somente como assistido. Ao ser convidado para participar do desenvolvimento, resolveu n\u00e3o mais ir ao terreiro. Em 1987, Helinho conheceu o Terreiro de Umbanda Caboclo Juremeira, dirigido por M\u00e3e Luiza d\u2019Oxum. Em consulta com Baiano Z\u00e9 do Junco, ele foi girado na puxada da entidade e, a partir de ent\u00e3o, come\u00e7ou seu desenvolvimento na umbanda, nesse terreiro onde foi batizado e fez v\u00e1rias obriga\u00e7\u00f5es dentro da doutrina. Ele levou com ele sua irm\u00e3 e sua m\u00e3e, e elas tamb\u00e9m come\u00e7aram ali seus desenvolvimentos. Entretanto, devido a diversos fatores, ele veio a se desvincular do terreiro onde havia desenvolvido a mediunidade. Passados alguns anos, ele veio a conhecer o Terreiro de Pai Ant\u00f4nio, no bairro da \u00c1gua Rasa, em S\u00e3o Paulo. Nesse terreiro, nasceu uma grande amizade, preservada at\u00e9 hoje, com um dos dirigentes, Luiz Roberto. Por\u00e9m, o terreiro de Pai Ant\u00f4nio passava por transforma\u00e7\u00f5es que o fariam encerrar as atividades algum tempo depois. Ap\u00f3s esse momento, H\u00e9lio decidiu n\u00e3o mais frequentar terreiros e, por interm\u00e9dio e insist\u00eancia de sua irm\u00e3, acabou indo conhecer a Federa\u00e7\u00e3o Esp\u00edrita do Estado de S\u00e3o Paulo (FEESP). Por mais de 12 anos, H\u00e9lio frequentou a FEESP, estudando a doutrina dos esp\u00edritos por Allan Kardec. Em meio a esse per\u00edodo de 12 anos, mais precisamente no ano de 1995, Helinho, juntamente com sua m\u00e3e e o irm\u00e3o dela, seu tio S\u00e9rgio Teixeira, prosseguiu com os estudos voltados para a religi\u00e3o de umbanda, abrindo trabalhos para o preto velho Pai Jo\u00e3o de Angola e atendendo a outros familiares, amigos e a quem por interm\u00e9dio destes os procurassem. Devido \u00e0 expans\u00e3o da internet, Helinho conquistou novas amizades com dirigentes umbandistas. Atrav\u00e9s de programas de comunica\u00e7\u00e3o, conheceu Manoel Lopes, do N\u00facleo Mata Verde, entre outros pais e m\u00e3es com os quais at\u00e9 hoje mant\u00e9m amizade. Manoel fundou na internet a Rede Brasileira de Umbanda (RBU), uma rede social voltada aos umbandistas do planeta e, desde a funda\u00e7\u00e3o da rede, Helinho foi um dos moderadores. Em 2004, conheceu o sacerdote de umbanda e mestre de magia Rubens Saraceni e, atrav\u00e9s dele, a magia divina trazida por seus mentores. Nessa \u00e9poca, passando por diversas dificuldades profissionais e financeiras, a confian\u00e7a e f\u00e9 em Pai Oxal\u00e1, Preto Velho Pai Jo\u00e3o de Angola e em todos os orix\u00e1s, guias e mentores espirituais fez com que H\u00e9lio fortalecesse o pequeno grupo de reuni\u00f5es umbandistas e, a pedido de Pai Jo\u00e3o de Angola, no ano de 2005 abriu as portas do Centro de Estudos Religiosos e Espirituais Jo\u00e3o de Angola (CEREJA) a qualquer pessoa que os procurasse. Pai Helinho participou de ideais que formaram movimentos pol\u00edticos em nome da umbanda, mas, em determinado momento, desvinculou-se de tais grupos por determina\u00e7\u00e3o de seu mentor espiritual. Ele escreve o Boletim Universo da Arte, voltado ao terreiro que dirige, mas que d\u00e1 espa\u00e7o para divulga\u00e7\u00e3o de outros terreiros de"}