{"id":163,"date":"2011-05-03T20:18:06","date_gmt":"2011-05-03T20:18:06","guid":{"rendered":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/?page_id=163"},"modified":"2011-05-03T20:18:32","modified_gmt":"2011-05-03T20:18:32","slug":"biografia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/es\/biografia\/","title":{"rendered":"Biografia"},"content":{"rendered":"<p><center><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"..\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/ramatis.jpg\" border=\"0\" width=\"200\" height=\"283\" style=\"border: 1px solid #CCCCCC; padding: 5px; margin-top: 0;\" \/><\/center><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\nAs nossas mensagens n\u00e3o s\u00e3o imposi\u00e7\u00f5es, mas ofertas de boa-vontade; cada um que as prefira conforme a sua capacidade mental e o seu diapas\u00e3o espiritual, sem, entretanto, subestimar as experi\u00eancias naturais de outros seres.<br \/>\n<br \/>\nO homem n\u00e3o cumpre os mandamentos do Pai quando cultua s\u00f3 aquilo que o agrada e hostiliza sempre o que lhe \u00e9 antip\u00e1tico.\n<\/p>\n<h2>Biografia<\/h2>\n<p><\/p>\n<p><center><b>Uma R\u00e1pida Biografia<br \/>\n<br \/>\nA \u00daLTIMA ENCARNA\u00c7\u00c3O DE RAMATIS<br \/>\nSWAMI SRI RAMATIS<\/b><br \/>\n<\/center><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<b>Parte I<\/b><\/p>\n<p>Na Indochina do s\u00e9culo X, o amor por um tapeceiro hindu, arrebata o cora\u00e7\u00e3o de uma vestal chinesa, que foge do templo para desposa-lo. Do entrela\u00e7amento dessas duas almas apaixonadas nasce uma crian\u00e7a. Um menino, cabelos negros como \u00e9bano, pele na cor do cobre claro, olhos aveludados no tom do castanho escuro, iluminados de ternura.<\/p>\n<p>O esp\u00edrito que ali reencarnava, trazia gravada na mem\u00f3ria espiritual a miss\u00e3o de estimular as almas desejosas de conhecer a verdade. Aquela crian\u00e7a cresce demonstrando intelig\u00eancia fulgurante, fruto de experi\u00eancias adquiridas em encarna\u00e7\u00f5es anteriores.<\/p>\n<p>Foi instrutor em um dos muitos santu\u00e1rios inici\u00e1ticos na \u00cdndia. Era muito inteligente e desencarnou bastante mo\u00e7o. J\u00e1 se havia distinguido no s\u00e9culo IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu &#8220;Ramaiana&#8221;, (neste poema h\u00e1 um casal, Rama e Sita, que \u00e9 s\u00edmbolo inici\u00e1tico de princ\u00edpios masculino e feminino; unindo-se Rama e atis, Sita ao inverso, resulta Ramaatis, como realmente se pronuncia em Indochin\u00eas) Um \u00e9pico que conte todas as informa\u00e7\u00f5es dos Vedas que juntamente com os Upanishades, foram as primeiras vozes da filosofia e da religi\u00e3o do mundo terrestre, informa Ramatis que ap\u00f3s certa disciplina inici\u00e1tica a que se submetera na china, fundou um pequeno templo inici\u00e1tico nas terras sagradas da \u00cdndia onde os antigos Mahatmas criaram um ambiente de tamanha grandeza espiritual para seu povo, que ainda hoje, nenhum estrangeiro visita aquelas terras sem de l\u00e1 trazer as mais profundas impress\u00f5es \u00e0 cerca de sua atmosfera ps\u00edquica.<\/p>\n<p>Foi adepto da tradi\u00e7\u00e3o de Rama, naquela \u00e9poca, cultuando os ensinamentos do &#8220;Reino de Osiris&#8221;, o Senhor da Luz, na intelig\u00eancia das coisas divinas. Mais tarde, no Espa\u00e7o, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais cuja ins\u00edgnia, em linguagem ocidental, era conhecida sob a pitoresca denomina\u00e7\u00e3o de &#8220;Templ\u00e1rios das cadeias do amor&#8221;. Trata-se de um agrupamento quase desconhecido nas col\u00f4nias invis\u00edveis do al\u00e9m, junto a regi\u00e3o do Ocidente, onde se dedica a trabalhos profundamente ligados \u00e0 psicologia Oriental.<\/p>\n<p>Os que l\u00eaem as mensagens de Ramatis e est\u00e3o familiarizados com o simbolismo do Oriente, bem sabe o que representa o nome &#8220;RAMA-TIS&#8221;, ou &#8220;SWAMI SRI RAMA-TYS&#8221;, como era conhecido nos santu\u00e1rios da \u00e9poca. \u00c9 quase uma &#8220;chave&#8221;, uma designa\u00e7\u00e3o de hierarquia ou dinastia espiritual, que explica o emprego de certas express\u00f5es que transcendem as pr\u00f3prias formas objetivas. Rama o nome que se d\u00e1 a pr\u00f3pria divindade, o Criador cuja for\u00e7a criadora emana ; \u00e9 um Mantram: os princ\u00edpios masculino e feminino contidos em todas as coisas e seres. Ao pronunciarmos seu nome Ramaatis como realmente se pronuncia, saudamos o Deus que se encontra no interior de cada ser.<\/p>\n<p><b>Parte II<\/b><\/p>\n<p>O templo por ele fundado foi erguido pelas m\u00e3os de seus primeiros disc\u00edpulos. Cada pedra de alvenaria recebeu o toque magn\u00e9tico pessoal dos futuros iniciados. Nesse templo ele procurou aplicar a seus disc\u00edpulos os conhecimentos adquiridos em in\u00fameras vidas anteriores.<\/p>\n<p>Na Atl\u00e2ntida foi contempor\u00e2neo do esp\u00edrito que mais tarde seria conhecido como Alan Kardec e, na \u00e9poca, era profundamente dedicado \u00e0 matem\u00e1tica e \u00e0s chamadas ci\u00eancias positivas. Posteriormente, em sua passagem pelo Egito, no templo do fara\u00f3 Mernefta, filho de Rams\u00e9s, teve novo encontro com Kardec, que era, ent\u00e3o, o sacerdote Amen\u00f3fis.<\/p>\n<p>No per\u00edodo em que se encontrava em ebuli\u00e7\u00e3o os princ\u00edpios e teses esposados por S\u00f3crates, Plat\u00e3o, Di\u00f3genes e mais tarde cultuados por Ant\u00edstenes, viveu este esp\u00edrito na Gr\u00e9cia na figura de conhecido mentor hel\u00eanico, pregando entre disc\u00edpulos ligados por grande afinidade espiritual a imortalidade da alma, cuja purifica\u00e7\u00e3o ocorreria atrav\u00e9s de sucessivas reencarna\u00e7\u00f5es. Seus ensinamentos buscavam acentuar a consci\u00eancia do dever, a auto reflex\u00e3o, e mostravam tend\u00eancias n\u00edtidas de espiritualizar a vida. Nesse convite a espiritualiza\u00e7\u00e3o inclu\u00eda-se no cultivo da m\u00fasica, da matem\u00e1tica e astronomia.<\/p>\n<p>Cuidadosamente observando o deslocamento dos astros conclui que uma Ordem Superior domina o Universo. Muitas foram suas encarna\u00e7\u00f5es, ele pr\u00f3prio afirma ser um n\u00famero sideral.<\/p>\n<p>O templo que Ramatis fundou, foi erguido pelas m\u00e3os de seus primeiros disc\u00edpulos e admiradores. Alguns deles est\u00e3o atualmente reencarnados em nosso mundo, e j\u00e1 reconheceram o antigo mestre atrav\u00e9s desse toque misterioso, que n\u00e3o pode ser explicado na linguagem humana.<\/p>\n<p>Embora tendo desencarnado ainda mo\u00e7o, Ramatis aliciou 72 disc\u00edpulos que, no entanto, ap\u00f3s o desaparecimento do mestre, n\u00e3o puderam manter-se a altura do padr\u00e3o inici\u00e1tico original.<\/p>\n<p>Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, \u00cdndia, Gr\u00e9cia, China e at\u00e9 mesmo da Ar\u00e1bia. Apenas 17 conseguiram envergar a simb\u00f3lica &#8220;T\u00fanica Azul&#8221; e alcan\u00e7ar o \u00faltimo grau daquele ciclo inici\u00e1tico.<\/p>\n<p>Em meados da d\u00e9cada de 50, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de 26 adeptos que estavam no Espa\u00e7o (desencarnados) cooperando nos trabalhos da &#8220;Fraternidade da Cruz e do Tri\u00e2ngulo&#8221;, o restante havia se disseminado pelo nosso orbe, em v\u00e1rias latitudes geogr\u00e1ficas. Destes, 18 reencarnaram no Brasil, 6 nas tr\u00eas Am\u00e9ricas (do Sul, Central e do Norte), e os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela \u00c1sia.<\/p>\n<p>Em virtude de estar a Europa atingindo o final de sua miss\u00e3o civilizadora, alguns dos disc\u00edpulos l\u00e1 reencarnados emigrar\u00e3o para o Brasil, em cujo territ\u00f3rio &#8211; afirma Ramatis &#8211; se encarnar\u00e3o os predecessores da generosa humanidade do terceiro mil\u00eanio.<\/p>\n<p>A Fraternidade da Cruz e do Tri\u00e2ngulo, foi resultado da fus\u00e3o no s\u00e9culo passado, na regi\u00e3o do Oriente, de duas importantes &#8220;Fraternidades&#8221; que operavam do Espa\u00e7o em favor dos habitantes da Terra. Trata-se da &#8220;Fraternidade da Cruz&#8221;, com a\u00e7\u00e3o no Ocidente, divulgando os ensinamentos de Jesus, e da &#8220;Fraternidade do Tri\u00e2ngulo&#8221;, ligada \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o inici\u00e1tica e espiritual do Oriente. Ap\u00f3s a fus\u00e3o destas duas Fraternidades Brancas, consolidaram-se melhor as caracter\u00edsticas psicol\u00f3gicas e objetivo dos seus trabalhadores espirituais, alterando-se a denomina\u00e7\u00e3o para &#8220;Fraternidade da Cruz e do Tri\u00e2ngulo&#8221; da qual Ramatis \u00e9 um dos fundadores.<\/p>\n<p>Supervisiona diversas tarefas ligadas aos seus disc\u00edpulos na Metr\u00f3pole Astral do Grande Cora\u00e7\u00e3o. Segundo informa\u00e7\u00f5es de seus psic\u00f3grafos, atualmente participa de um colegiado no Astral de Marte.<\/p>\n<p>Seus membros, no Espa\u00e7o, usam vestes brancas, com cintos e emblemas de cor azul claro esverdeada. Sobre o peito trazem delicada corrente como que confeccionada em fina ourivesaria, na qual se ostenta um tri\u00e2ngulo de suave lil\u00e1s luminoso, emoldurando uma cruz lirial. \u00c9 o s\u00edmbolo que exalta, na figura da cruz alabastrina, a obra sacrificial de Jesus e, na ef\u00edgie do tri\u00e2ngulo, a m\u00edstica oriental.<\/p>\n<p>Asseguram-nos alguns mentores que todos os disc\u00edpulos dessa Fraternidade que se encontram reencarnados na Terra s\u00e3o profundamente devotados \u00e0s duas correntes espiritualistas: a oriental e a ocidental. Cultuam tanto os ensinamentos de Jesus, que foi o elo definitivo entre todos os instrutores terr\u00e1queos, tanto quanto os labores de Ant\u00falio, de Herm\u00e9s, de Buda, assim como os esfor\u00e7os de Conf\u00facio e de Lao-Tseu. \u00c9 esse um dos motivos pelos quais a maioria dos simpatizantes de Ramatis, na Terra, embora profundamente devotados \u00e0 filosofia crist\u00e3, afei\u00e7oam-se, tamb\u00e9m, com profundo respeito, \u00e0 corrente espiritualista do Oriente.<\/p>\n<p>Soubemos que da fus\u00e3o das duas &#8220;Fraternidades&#8221; realizada no espa\u00e7o, surgiram extraordin\u00e1rios benef\u00edcios para a Terra. Alguns mentores espirituais passaram, ent\u00e3o, a atuar no Ocidente, incumbindo-se mesmo da orienta\u00e7\u00e3o de certos trabalhos esp\u00edritas, no campo medi\u00fanico, enquanto que outros instrutores ocidentais passaram a atuar na \u00cdndia, no Egito, na China e em v\u00e1rios agrupamentos que at\u00e9 agora eram exclusivamente supervisionados pela antiga Fraternidade do Tri\u00e2ngulo.<\/p>\n<p><b>Parte III<\/b><\/p>\n<p>Os Esp\u00edritos orientais ajudam-nos em nossos trabalhos, ao mesmo tempo em que os da nossa regi\u00e3o interpenetram os agrupamentos doutrin\u00e1rios do Oriente, do que resulta ampliar-se o sentimento de fraternidade entre Oriente e Ocidente, bem como aumentar-se a oportunidade de reencarna\u00e7\u00f5es entre esp\u00edritos amigos.<\/p>\n<p>Assim processa-se um salutar interc\u00e2mbio de id\u00e9ias e perfeita identifica\u00e7\u00e3o de sentimentos no mesmo labor espiritual, embora se diferenciem os conte\u00fados psicol\u00f3gicos de cada hemisf\u00e9rio. Os orientais s\u00e3o lunares, meditativos, passivos e desinteressados geralmente da fenomenologia exterior; os ocidentais s\u00e3o din\u00e2micos, solarianos, objetivos e estudiosos dos aspectos transit\u00f3rios da forma e do mundo dos Esp\u00edritos.<\/p>\n<p>Os antigos fraternistas do &#8220;Tri\u00e2ngulo&#8221; s\u00e3o ex\u00edmios operadores com as &#8220;correntes terap\u00eauticas azuis&#8221;, que podem ser aplicadas como energia balsamizante aos sofrimentos ps\u00edquicos, cruciais, das v\u00edtimas de longas obsess\u00f5es. As emana\u00e7\u00f5es do azul claro, com nuan\u00e7as para o esmeralda, al\u00e9m do efeito balsamizante, dissociam certos estigmas &#8220;pr\u00e9-reencarnat\u00f3rios&#8221; e que se reproduzem periodicamente nos ve\u00edculos et\u00e9ricos. Ao mesmo tempo, os fraternistas da &#8220;Cruz&#8221;, conforme nos informa Ramatis, preferem operar com as correntes alaranjadas, vivas e claras, por vezes mescladas do carmim puro, visto que as consideram mais positivas na a\u00e7\u00e3o de aliviar o sofrimento ps\u00edquico.<\/p>\n<p>\u00c9 de notar, entretanto, que, enquanto os t\u00e9cnicos ocidentais procuram eliminar de vez a dor, os terapeutas orientais, mais afeitos \u00e0 cren\u00e7a no fatalismo c\u00e1rmico, da psicologia asi\u00e1tica, preferem exercer sobre os enfermos uma a\u00e7\u00e3o balsamizante, aproveitando o sofrimento para a mais breve &#8220;queima&#8221; do carma.<\/p>\n<p>Eles sabem que a elimina\u00e7\u00e3o r\u00e1pida da dor pode extinguir os efeitos, mas as causas continuam gerando novos padecimentos futuros. Preferem, ent\u00e3o, regular o processo do sofrimento depurador, em lugar de sust\u00e1-lo provisoriamente. No primeiro caso, esgota-se o carma, embora demoradamente; no segundo, a cura \u00e9 um hiato, uma prorroga\u00e7\u00e3o c\u00e1rmica.<\/p>\n<p>Apesar de ainda pol\u00eamicos, os ensinamentos deste grande esp\u00edrito, despertam e elevam as criaturas dispostas a evoluir espiritualmente. Ele fala corajosamente a respeito de magia negra, seres e orbes extra-terrestres, mediunismo, vegetarianismo etc. Estas obras (15 Psicografadas pelo saudoso m\u00e9dium paranaense Herc\u00edlio Maes (sabemos que 9 exemplares n\u00e3o foram encontrados depois do desencarne de Herc\u00edlio&#8230; assim, se completaria 24 obras de Ramat\u00eds) e 7 psicografadas por Am\u00e9rica Paoliello) t\u00eam esclarecido muito os esp\u00edritos \u00e1vidos pelo saber transcendental. Aqueles que j\u00e1 possuem caracter\u00edsticas universalistas, rapidamente se sensibilizam com a ret\u00f3rica ramatisiana.<\/p>\n<p>Para alguns iniciados, Ramat\u00eds se faz ver, trajado tal qual Mestre Indochin\u00eas do s\u00e9culo X, da seguinte forma, um tanto ex\u00f3tica:<\/p>\n<p>Uma capa de seda branca transl\u00facida, at\u00e9 os p\u00e9s, aberta nas laterais, que lhe cobre uma t\u00fanica ajustada por um cinto esmeraldino. As mangas s\u00e3o largas; as cal\u00e7as s\u00e3o ajustadas nos tornozelos (similar \u00e0s dos esquiadores).<\/p>\n<p>Os sapatos s\u00e3o constitu\u00eddos de uma mat\u00e9ria similar ao cetim, de uma cor azul esverdeado, amarrados com cord\u00f5es dourados, t\u00edpicos dos gregos antigos.<\/p>\n<p>Na cabe\u00e7a um turbante que lhe cobre toda a cabe\u00e7a com uma esmeralda acima da testa ornamentado por cord\u00f5es finos e coloridos, que lhe caem sobre os ombros, que representam antigas ins\u00edgnias de atividades inici\u00e1ticas, nas seguintes cores com os significados abaixo:<\/p>\n<p>Carmim &#8211; O Raio do Amor<\/p>\n<p>Amarelo &#8211; O Raio da Vontade<\/p>\n<p>Verde &#8211; O Raio da Sabedoria<\/p>\n<p>Azul &#8211; O Raio da Religiosidade<\/p>\n<p>Branco &#8211; O Raio da Liberdade Reencarnat\u00f3ria<\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma caracter\u00edstica dos antigos lemurianos e atlantes. Sobre o peito, porta uma corrente de pequenos elos dourados, sob o qual, pende um tri\u00e2ngulo de suave lil\u00e1s luminoso emoldurando uma cruz lirial. A sua fisionomia \u00e9 sempre terna e austera, com tra\u00e7os finos, com olhos ligeiramente repuxados e t\u00eas morena.<\/p>\n<p>Muitos videntes confundem Ramat\u00eds com a figura de seu tio e disc\u00edpulo fiel que o acompanha no espa\u00e7o; Fuh Planu, este se mostra com o dorso nu, singelo turbante, cal\u00e7as e sapatos como os anteriormente descritos. Esp\u00edrito jovem na figura humana reencarnou-se no Brasil e viveu perto do litoral paranaense. Excelente repentista, fil\u00f3sofo sertanejo, verdadeiro homem de bem.<\/p>\n<p>Segundo Ramat\u00eds, seus 18 remanescentes, se caracterizam por serem universalistas, anti-sect\u00e1rios e simpatizantes de todas as correntes filos\u00f3ficas e religiosas.<\/p>\n<p>Dentre estes 18 remanescentes, um j\u00e1 desencarnou e reencarnou novamente: Atanagildo; outro, j\u00e1 desencarnado, muito contribuiu para obra ramatiziana no Brasil &#8211; O Prof. Herc\u00edlio Maes, outro \u00e9 Dem\u00e9trius, disc\u00edpulo antigo de Ramat\u00eds e Dr. Atmos, (Hindu, guia espiritual de APSA e diretor geral de todos os grupos ligados \u00e0 Fraternidade da Cruz e do Tri\u00e2ngulo) chefe espiritual da SER.<\/p>\n<p>No templo que Ramatis fundou na \u00cdndia, estes disc\u00edpulos desenvolveram seus conhecimentos sobre magnetismo, astrologia, clarivid\u00eancia, psicometria, radiestesia e assuntos quirol\u00f3gicos aliados \u00e0 fisiologia do &#8220;duplo-et\u00e9rico&#8221;.<\/p>\n<p>Os mais capacitados lograram \u00eaxito e poderes na esfera da fenomenologia medi\u00fanica, dominando os fen\u00f4menos de levita\u00e7\u00e3o, ubiq\u00fcidade, vid\u00eancia e psicografia de mensagens que os instrutores enviavam para aquele cen\u00e1culo de estudos espirituais. Mas o principal &#8220;toque pessoal&#8221; que Ramatis desenvolveu em seus disc\u00edpulos, em virtude de compromisso que assumira para com a fraternidade do Tri\u00e2ngulo, foi o pendor universalista, a voca\u00e7\u00e3o fraterna, cr\u00edstica, para com todos os esfor\u00e7os alheios na esfera do espiritualismo.<\/p>\n<p>Ele nos adverte sempre de que os seus \u00edntimos e verdadeiros admiradores s\u00e3o tamb\u00e9m incondicionalmente simp\u00e1ticos a todos os trabalhos das diversas correntes religiosas do mundo. Revelam-se libertos do exclusivismo doutrin\u00e1rio ou de dogmatismos e devotam-se com entusiasmo a qualquer trabalho de unifica\u00e7\u00e3o espiritual.<\/p>\n<p>O que menos os preocupa s\u00e3o as quest\u00f5es doutrin\u00e1rias dos homens, porque est\u00e3o imensamente interessados nos postulados cr\u00edsticos.<\/p>\n<p>Fonte: Marcus Cesar &#8211; MCPF<br \/>\nmarcus.ccesar@uol.com.br<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As nossas mensagens n\u00e3o s\u00e3o imposi\u00e7\u00f5es, mas ofertas de boa-vontade; cada um que as prefira conforme a sua capacidade mental e o seu diapas\u00e3o espiritual, sem, entretanto, subestimar as experi\u00eancias naturais de outros seres. O homem n\u00e3o cumpre os mandamentos do Pai quando cultua s\u00f3 aquilo que o agrada e hostiliza sempre o que lhe \u00e9 antip\u00e1tico. Biografia Uma R\u00e1pida Biografia A \u00daLTIMA ENCARNA\u00c7\u00c3O DE RAMATIS SWAMI SRI RAMATIS Parte I Na Indochina do s\u00e9culo X, o amor por um tapeceiro hindu, arrebata o cora\u00e7\u00e3o de uma vestal chinesa, que foge do templo para desposa-lo. Do entrela\u00e7amento dessas duas almas apaixonadas nasce uma crian\u00e7a. Um menino, cabelos negros como \u00e9bano, pele na cor do cobre claro, olhos aveludados no tom do castanho escuro, iluminados de ternura. O esp\u00edrito que ali reencarnava, trazia gravada na mem\u00f3ria espiritual a miss\u00e3o de estimular as almas desejosas de conhecer a verdade. Aquela crian\u00e7a cresce demonstrando intelig\u00eancia fulgurante, fruto de experi\u00eancias adquiridas em encarna\u00e7\u00f5es anteriores. Foi instrutor em um dos muitos santu\u00e1rios inici\u00e1ticos na \u00cdndia. Era muito inteligente e desencarnou bastante mo\u00e7o. J\u00e1 se havia distinguido no s\u00e9culo IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu &#8220;Ramaiana&#8221;, (neste poema h\u00e1 um casal, Rama e Sita, que \u00e9 s\u00edmbolo inici\u00e1tico de princ\u00edpios masculino e feminino; unindo-se Rama e atis, Sita ao inverso, resulta Ramaatis, como realmente se pronuncia em Indochin\u00eas) Um \u00e9pico que conte todas as informa\u00e7\u00f5es dos Vedas que juntamente com os Upanishades, foram as primeiras vozes da filosofia e da religi\u00e3o do mundo terrestre, informa Ramatis que ap\u00f3s certa disciplina inici\u00e1tica a que se submetera na china, fundou um pequeno templo inici\u00e1tico nas terras sagradas da \u00cdndia onde os antigos Mahatmas criaram um ambiente de tamanha grandeza espiritual para seu povo, que ainda hoje, nenhum estrangeiro visita aquelas terras sem de l\u00e1 trazer as mais profundas impress\u00f5es \u00e0 cerca de sua atmosfera ps\u00edquica. Foi adepto da tradi\u00e7\u00e3o de Rama, naquela \u00e9poca, cultuando os ensinamentos do &#8220;Reino de Osiris&#8221;, o Senhor da Luz, na intelig\u00eancia das coisas divinas. Mais tarde, no Espa\u00e7o, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais cuja ins\u00edgnia, em linguagem ocidental, era conhecida sob a pitoresca denomina\u00e7\u00e3o de &#8220;Templ\u00e1rios das cadeias do amor&#8221;. Trata-se de um agrupamento quase desconhecido nas col\u00f4nias invis\u00edveis do al\u00e9m, junto a regi\u00e3o do Ocidente, onde se dedica a trabalhos profundamente ligados \u00e0 psicologia Oriental. Os que l\u00eaem as mensagens de Ramatis e est\u00e3o familiarizados com o simbolismo do Oriente, bem sabe o que representa o nome &#8220;RAMA-TIS&#8221;, ou &#8220;SWAMI SRI RAMA-TYS&#8221;, como era conhecido nos santu\u00e1rios da \u00e9poca. \u00c9 quase uma &#8220;chave&#8221;, uma designa\u00e7\u00e3o de hierarquia ou dinastia espiritual, que explica o emprego de certas express\u00f5es que transcendem as pr\u00f3prias formas objetivas. Rama o nome que se d\u00e1 a pr\u00f3pria divindade, o Criador cuja for\u00e7a criadora emana ; \u00e9 um Mantram: os princ\u00edpios masculino e feminino contidos em todas as coisas e seres. Ao pronunciarmos seu nome Ramaatis como realmente se pronuncia, saudamos o Deus que se encontra no interior de cada ser. Parte II O templo por ele fundado foi erguido pelas m\u00e3os de seus primeiros disc\u00edpulos. Cada pedra de alvenaria recebeu o toque magn\u00e9tico pessoal dos futuros iniciados. 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Era muito inteligente e desencarnou bastante mo\u00e7o. J\u00e1 se havia distinguido no s\u00e9culo IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu &#8220;Ramaiana&#8221;, (neste poema h\u00e1 um casal, Rama e Sita, que \u00e9 s\u00edmbolo inici\u00e1tico de princ\u00edpios masculino e feminino; unindo-se Rama e atis, Sita ao inverso, resulta Ramaatis, como realmente se pronuncia em Indochin\u00eas) Um \u00e9pico que conte todas as informa\u00e7\u00f5es dos Vedas que juntamente com os Upanishades, foram as primeiras vozes da filosofia e da religi\u00e3o do mundo terrestre, informa Ramatis que ap\u00f3s certa disciplina inici\u00e1tica a que se submetera na china, fundou um pequeno templo inici\u00e1tico nas terras sagradas da \u00cdndia onde os antigos Mahatmas criaram um ambiente de tamanha grandeza espiritual para seu povo, que ainda hoje, nenhum estrangeiro visita aquelas terras sem de l\u00e1 trazer as mais profundas impress\u00f5es \u00e0 cerca de sua atmosfera ps\u00edquica. 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Nesse templo ele procurou aplicar a seus disc\u00edpulos os conhecimentos adquiridos em in\u00fameras vidas anteriores. Na Atl\u00e2ntida foi contempor\u00e2neo do esp\u00edrito que mais tarde seria conhecido como Alan Kardec e, na \u00e9poca, era profundamente dedicado \u00e0 matem\u00e1tica e \u00e0s chamadas ci\u00eancias positivas. Posteriormente, em sua passagem pelo Egito, no templo do fara\u00f3 Mernefta, filho de Rams\u00e9s, teve novo encontro com Kardec, que era, ent\u00e3o, o sacerdote Amen\u00f3fis. No per\u00edodo em que se encontrava em ebuli\u00e7\u00e3o os princ\u00edpios e teses esposados por S\u00f3crates, Plat\u00e3o, Di\u00f3genes e mais tarde cultuados por Ant\u00edstenes, viveu este esp\u00edrito na Gr\u00e9cia na figura de conhecido mentor hel\u00eanico, pregando entre disc\u00edpulos ligados por grande afinidade espiritual a imortalidade da alma, cuja purifica\u00e7\u00e3o ocorreria atrav\u00e9s de sucessivas reencarna\u00e7\u00f5es. Seus ensinamentos buscavam acentuar a consci\u00eancia do dever, a auto reflex\u00e3o, e mostravam tend\u00eancias n\u00edtidas de espiritualizar a vida. Nesse convite a espiritualiza\u00e7\u00e3o inclu\u00eda-se no cultivo da m\u00fasica, da matem\u00e1tica e astronomia. Cuidadosamente observando o deslocamento dos astros conclui que uma Ordem Superior domina o Universo. Muitas foram suas encarna\u00e7\u00f5es, ele pr\u00f3prio afirma ser um n\u00famero sideral. O templo que Ramatis fundou, foi erguido pelas m\u00e3os de seus primeiros disc\u00edpulos e admiradores. Alguns deles est\u00e3o atualmente reencarnados em nosso mundo, e j\u00e1 reconheceram o antigo mestre atrav\u00e9s desse toque misterioso, que n\u00e3o pode ser explicado na linguagem humana. Embora tendo desencarnado ainda mo\u00e7o, Ramatis aliciou 72 disc\u00edpulos que, no entanto, ap\u00f3s o desaparecimento do mestre, n\u00e3o puderam manter-se a altura do padr\u00e3o inici\u00e1tico original. Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, \u00cdndia, Gr\u00e9cia, China e at\u00e9 mesmo da Ar\u00e1bia. Apenas 17 conseguiram envergar a simb\u00f3lica &#8220;T\u00fanica Azul&#8221; e alcan\u00e7ar o \u00faltimo grau daquele ciclo inici\u00e1tico. Em meados da d\u00e9cada de 50, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de 26 adeptos que estavam no Espa\u00e7o (desencarnados) cooperando nos trabalhos da &#8220;Fraternidade da Cruz e do Tri\u00e2ngulo&#8221;, o restante havia se disseminado pelo nosso orbe, em v\u00e1rias latitudes geogr\u00e1ficas. Destes, 18 reencarnaram no Brasil, 6 nas tr\u00eas Am\u00e9ricas (do Sul, Central e do Norte), e os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela \u00c1sia. 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Foi adepto da tradi\u00e7\u00e3o de Rama, naquela \u00e9poca, cultuando os ensinamentos do &#8220;Reino de Osiris&#8221;, o Senhor da Luz, na intelig\u00eancia das coisas divinas. Mais tarde, no Espa\u00e7o, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais cuja ins\u00edgnia, em linguagem ocidental, era conhecida sob a pitoresca denomina\u00e7\u00e3o de &#8220;Templ\u00e1rios das cadeias do amor&#8221;. Trata-se de um agrupamento quase desconhecido nas col\u00f4nias invis\u00edveis do al\u00e9m, junto a regi\u00e3o do Ocidente, onde se dedica a trabalhos profundamente ligados \u00e0 psicologia Oriental. Os que l\u00eaem as mensagens de Ramatis e est\u00e3o familiarizados com o simbolismo do Oriente, bem sabe o que representa o nome &#8220;RAMA-TIS&#8221;, ou &#8220;SWAMI SRI RAMA-TYS&#8221;, como era conhecido nos santu\u00e1rios da \u00e9poca. \u00c9 quase uma &#8220;chave&#8221;, uma designa\u00e7\u00e3o de hierarquia ou dinastia espiritual, que explica o emprego de certas express\u00f5es que transcendem as pr\u00f3prias formas objetivas. Rama o nome que se d\u00e1 a pr\u00f3pria divindade, o Criador cuja for\u00e7a criadora emana ; \u00e9 um Mantram: os princ\u00edpios masculino e feminino contidos em todas as coisas e seres. Ao pronunciarmos seu nome Ramaatis como realmente se pronuncia, saudamos o Deus que se encontra no interior de cada ser. Parte II O templo por ele fundado foi erguido pelas m\u00e3os de seus primeiros disc\u00edpulos. Cada pedra de alvenaria recebeu o toque magn\u00e9tico pessoal dos futuros iniciados. Nesse templo ele procurou aplicar a seus disc\u00edpulos os conhecimentos adquiridos em in\u00fameras vidas anteriores. Na Atl\u00e2ntida foi contempor\u00e2neo do esp\u00edrito que mais tarde seria conhecido como Alan Kardec e, na \u00e9poca, era profundamente dedicado \u00e0 matem\u00e1tica e \u00e0s chamadas ci\u00eancias positivas. Posteriormente, em sua passagem pelo Egito, no templo do fara\u00f3 Mernefta, filho de Rams\u00e9s, teve novo encontro com Kardec, que era, ent\u00e3o, o sacerdote Amen\u00f3fis. No per\u00edodo em que se encontrava em ebuli\u00e7\u00e3o os princ\u00edpios e teses esposados por S\u00f3crates, Plat\u00e3o, Di\u00f3genes e mais tarde cultuados por Ant\u00edstenes, viveu este esp\u00edrito na Gr\u00e9cia na figura de conhecido mentor hel\u00eanico, pregando entre disc\u00edpulos ligados por grande afinidade espiritual a imortalidade da alma, cuja purifica\u00e7\u00e3o ocorreria atrav\u00e9s de sucessivas reencarna\u00e7\u00f5es. Seus ensinamentos buscavam acentuar a consci\u00eancia do dever, a auto reflex\u00e3o, e mostravam tend\u00eancias n\u00edtidas de espiritualizar a vida. Nesse convite a espiritualiza\u00e7\u00e3o inclu\u00eda-se no cultivo da m\u00fasica, da matem\u00e1tica e astronomia. Cuidadosamente observando o deslocamento dos astros conclui que uma Ordem Superior domina o Universo. Muitas foram suas encarna\u00e7\u00f5es, ele pr\u00f3prio afirma ser um n\u00famero sideral. O templo que Ramatis fundou, foi erguido pelas m\u00e3os de seus primeiros disc\u00edpulos e admiradores. Alguns deles est\u00e3o atualmente reencarnados em nosso mundo, e j\u00e1 reconheceram o antigo mestre atrav\u00e9s desse toque misterioso, que n\u00e3o pode ser explicado na linguagem humana. Embora tendo desencarnado ainda mo\u00e7o, Ramatis aliciou 72 disc\u00edpulos que, no entanto, ap\u00f3s o desaparecimento do mestre, n\u00e3o puderam manter-se a altura do padr\u00e3o inici\u00e1tico original. Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, \u00cdndia, Gr\u00e9cia, China e at\u00e9 mesmo da Ar\u00e1bia. Apenas 17 conseguiram envergar a simb\u00f3lica &#8220;T\u00fanica Azul&#8221; e alcan\u00e7ar o \u00faltimo grau daquele ciclo inici\u00e1tico. Em meados da d\u00e9cada de 50, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de 26 adeptos que estavam no Espa\u00e7o (desencarnados) cooperando nos trabalhos da &#8220;Fraternidade da Cruz e do Tri\u00e2ngulo&#8221;, o restante havia se disseminado pelo nosso orbe, em v\u00e1rias latitudes geogr\u00e1ficas. Destes, 18 reencarnaram no Brasil, 6 nas tr\u00eas Am\u00e9ricas (do Sul, Central e do Norte), e os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela \u00c1sia. Em virtude de estar a Europa atingindo o final de sua miss\u00e3o civilizadora, alguns dos disc\u00edpulos l\u00e1 reencarnados emigrar\u00e3o para o Brasil, em cujo territ\u00f3rio &#8211; afirma Ramatis &#8211; se encarnar\u00e3o os predecessores da generosa humanidade do terceiro mil\u00eanio. A Fraternidade da Cruz e do Tri\u00e2ngulo, foi resultado da fus\u00e3o no s\u00e9culo passado, na regi\u00e3o do Oriente, de duas importantes &#8220;Fraternidades&#8221; que operavam do Espa\u00e7o em favor dos habitantes da Terra. Trata-se da &#8220;Fraternidade da Cruz&#8221;, com a\u00e7\u00e3o no Ocidente, divulgando os ensinamentos de Jesus, e da &#8220;Fraternidade do Tri\u00e2ngulo&#8221;, ligada \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o inici\u00e1tica e espiritual do Oriente. Ap\u00f3s a fus\u00e3o destas duas Fraternidades Brancas, consolidaram-se melhor as caracter\u00edsticas psicol\u00f3gicas e objetivo dos seus trabalhadores espirituais, alterando-se a denomina\u00e7\u00e3o para &#8220;Fraternidade da Cruz e do Tri\u00e2ngulo&#8221;","og_url":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/es\/biografia\/","og_site_name":"Editora do Conhecimento","article_modified_time":"2011-05-03T20:18:32+00:00","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Tiempo de lectura":"12 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/biografia\/","url":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/biografia\/","name":"Biografia - Editora do Conhecimento","isPartOf":{"@id":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/#website"},"datePublished":"2011-05-03T20:18:06+00:00","dateModified":"2011-05-03T20:18:32+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/biografia\/#breadcrumb"},"inLanguage":"es-AR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/edconhecimento.com.br\/biografia\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/biografia\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Biografia"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/#website","url":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/","name":"Editora do Conhecimento","description":"Auxiliando a humanidade a encontrar a Verdade.","publisher":{"@id":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"es-AR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/#organization","name":"Editora do Conhecimento","url":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"es-AR","@id":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-04-21-at-19.24.26-1.jpeg","contentUrl":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-04-21-at-19.24.26-1.jpeg","width":357,"height":419,"caption":"Editora do Conhecimento"},"image":{"@id":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/#\/schema\/logo\/image\/"}}]}},"_hostinger_reach_plugin_has_subscription_block":false,"_hostinger_reach_plugin_is_elementor":false,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/163","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=163"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/163\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/edconhecimento.com.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=163"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}